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Estamos vivendo um raro momento em que, o que chamamos de Realidade, está sendo questionado dentro e fora de nós, dentro e fora das organizações. Sabemos que cada um de nós vê o mundo de uma forma diferente, mas o que está acontecendo é a existência de dois mundos distintos que mal se reconhecem.  O desafio é percebê-los e escolher em qual deles queremos viver.

O primeiro mundo é aquele que acredita que mais é melhor. As pessoas que nele vivem têm a incomoda e permanente sensação de falta. Falta tempo para fazer tudo que se precisa, falta dinheiro para alcançar os objetivos, faltam horas de sono, faltam exercícios para se manter em forma, falta trabalho, falta saúde, falta amor, falta comida e por aí vai. Nesse mundo se valoriza uma casa maior, um carro melhor, um cargo mais alto, um certificado, uma posição social, prêmios e por aí vai. As principais formas de mensuração são o poder e o dinheiro.

O segundo mundo é aquele que acredita que tudo está interligado. As pessoas que nele vivem são colaborativas e buscam o bem estar. Estar bem com si mesmo, com o outro, com a natureza, com o que faz, com o que tem e por aí vai. Nesse mundo se valoriza a sustentabilidade, o pensamento sistêmico, a espiritualidade, a aprendizagem, a integridade e por aí vai. As principais formas de mensuração são o amor e a felicidade.

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